Estudantes compartilham vivências com colegas estrangeiros

24 de abril de 2020

A rotina de estudos e o período de isolamento foram o assunto de vídeos e aulas online com estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental – Anos Finais e de 1ª e 2ª séries do Ensino Médio, nas disciplinas de Língua Inglesa e Língua Alemã. As turmas do 6º ano do Ensino Fundamental – Anos Finais das unidades Correia Lima e Três Figueiras assistiram aos irmãos Clara e Finn, que estudam na Scoil Naithí, em Dublin, na Irlanda. Eles falaram sobre como a rotina deles foi alterada e como a escola tem feito com as aulas.

Já as turmas das 1ª e 2ª séries do Ensino Médio com nível FCE receberam o vídeo da estudante Isabella Nunes, que cursa o 7º ano na Puget Sound Community School, em Seattle, nos Estados Unidos. Ela relatou a sua rotina e as apreensões quanto a esse momento. Após assistirem aos vídeos, todos os estudantes produziram podcasts para responderem aos colegas estrangeiros. “Os estudantes tiveram algumas habilidades trabalhadas, pois exercitaram o ouvir e o falar”, afirmou a professora do 6º ano Cristina Fontanella. “O debate gerou muita empatia e reflexão, além de ter sido uma ideia rica e apropriada para uma adaptação dos nossos estudantes e dos estudos domiciliares”, completou a professora do Ensino Médio, Joelma Borsoi.

Também no Ensino Médio, os estudantes da 2ª série conversaram com Lisa Jacobi, Lucas e Leonie Büchert, Magda Warner e Pia Wachs, estudantes da Ecolea, de Rostock, na Alemanha, e com Heidi Franck e Heike Kittle, professoras da Ecolea, sobre quais os desafios de estudar em casa, os aspectos positivos da vida em quarentena, como será o cotidiano após o coronavírus, quais as atividades são solicitadas pela escola e como elas são avaliadas, entre outras questões. “O domínio de uma língua estrangeira une diferentes países e, dessa forma, os estudantes conseguiram aplicar o que aprendemos em aula na parte da oralidade. Eles refletiram sobre a importância de ficar em casa neste momento e sobre a responsabilidade sobre os estudos”, contou a professora de Língua Alemã Luciane Genehr.